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Lição 6 - 10/08/2014
Lição 6 - 10/08/2014

EBD JOVENS E ADULTOS - LIÇÃO 6

A verdadeira fé não faz acepção de pessoas

"Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado e sois redarguidos pela lei como transgressores” (Tg 2.8,9).

I – JESUS CONSIDERA OS RICOS E OS POBRES, MAS CENSURA A PARCIALIDADE

1 – JESUS NUNCA ENSINOU SOBRE UMA FÉ QUE FAÇA ACEPÇÃO DE PESSOAS

a – Se fizermos acepção de pessoas a nossa fé em Jesus Cristo é totalmente ausente – Tiago 2.1 – Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas.

b – Se julgarmos a aparência exterior de alguém com parcialidade cometemos pecado – Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com vestes preciosas, e entrar também algum pobre com sórdida vestimenta,

c – Se atentarmos com distinção entre o rico e pobre estamos ignorando a Cristo – Tiago 2.3 – e atentardes para o que traz a veste preciosa e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui, num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé ou assenta-te abaixo do meu estrado,

d – Se julgarmos alguém pela sua situação econômica nossa atitude é condenável - Tiago 2.4 – porventura não fizestes distinção dentro de vós mesmos e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?

2 – JESUS ESCOLHEU OS POBRES PARA VAROLIZA-LOS AOS OLHOS DO MUNDO

a – Jesus escolhe e transforma um pobre em rico com as riquezas da sua graça – Tiago 2.5 – Ouvi, meus amados irmãos. Porventura, não escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que prometeu aos que o amam?

b – Jesus repreende aquele que despreza o pobre, pois se iguala aos ricos incrédulos – Tiago 2.6 – Mas vós desonrastes o pobre. Porventura, não vos oprimem os ricos e não vos arrastam aos tribunais?

c – Jesus rejeita Igrejas de uma só classe social, pois elas não exaltam sua graça – Tiago 2.7 – Porventura, não blasfemam eles o bom nome que sobre vós foi invocado?

3 – JESUS MOSTRA QUE O BEM QUE FIZERMOS DEVE SER SEGUNDO A PALAVRA

a – Qualquer pessoa que precisar de nossa ajuda é o nosso próximo – Tiago 2.8 – Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis.(Lc 10:25-37).

b – Quem faz acepção de pessoas está transgredindo toda a Palavra de Deus – Tiago 2.9 – Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado e sois redarguidos pela lei como transgressores.

c – Aquele que transgredi um ponto da lei passa estar em desobediência a toda lei – Tiago 2.10 – Porque qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto tornou-se culpado de todos.

d – Obedecer um mandamento e transgredir outro não tornará o culpado em inocente – Tiago 2.11 – Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei.

e – A confissão de pecados alcança o perdão de Deus, mas não muda suas consequências – Tiago 2.12 – Assim falai e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade.

f – A obediência a palavra se dá por compulsão interior e não por coação exterior – Tiago 2.13 – Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa sobre o juízo.

 

II – A FÉ VERDADEIRA

A palavra fé, no grego do Novo Testamento, é pistis e tem significados diversos, dependendo do contexto. Pode significar o ato de crer em Deus (Mc. 11.22; I Ts. 1.8; I Pe. 1.21; Hb. 6.1). Nas Epístolas de Paulo aos Romanos e Gálatas, o tema central é a justificação por meio da fé, e não pelas obras (Rm. 3.28, 30; 4.5-16; 5.1,2; 9.30-32; Gl. 2.16; 3.13-24; 5.5). Paulo destaca a relação entre fé e obras na justificação. A justificação é recebida pela fé, mas a fé verdadeira resulta em obediência (Rm. 1.5; 16.26; Gl. 5.6; I Ts. 1.3; I Tm. 1.5; Tt. 1.1). As declarações paulinas estão em consonância com a mensagem de Tiago, ressaltando que a fé verdadeira é demonstrada por meio de boas obras (Tg. 2.14-20). A análise comparada dessas passagens de Tiago e Paulo mostrará que elas, ao invés de se contradizerem, se complementam. A fé, em algumas passagens bíblicas, se refere à doutrina cristã (Tg. 2.17; Fp. 1.27; I Tm. 1.13; Tt. 2.2; Jd. 3). É nesse sentido que existe apenas uma esperança, uma fé e um só batismo (Ef. 4.5). Além desses significados, a palavra fé carrega o sentido de convicção, certeza da fé em Jesus Cristo, ou mesmo da operação de um milagre, associada ao dom espiritual (I Co. 12.9). A palavra fé também pode ser traduzida por fidelidade, mais próxima do fruto do Espírito (Gl. 5.22). Essa é a fé de Hb. 11.1,6, que se manifesta através de uma entrega incondicional a Cristo, mesmo diante das situações adversas, e momentos de perseguição (Ap. 14.12). A fé destacada por Tiago em sua Epístola deve ser verdadeira, ou seja concretizada por meio de atitudes. E essas, por sua vez, estão fundamentadas no amor. O amor, conforme ensina Paulo, é o cumprimento dos mandamentos (Rm. 13.8-10), de modo que quem ama não precisa de lei (Gl. 5.23). O evangelho nos libertou da dimensão legal, os preceitos mundanos não têm mais controle sobre nós (Rm. 6.18), considerando que, em Cristo, a justiça do crente excede a dos fariseus (Mt. 5.20). Isso porque Deus já colocou a Sua lei em nossos corações, ela está agora em nosso íntimo, é por meio desta que nos conduzimos (Jr. 31.33).

 

1 – MANIFESTADA PELAS OBRAS

A lei dos homens tem como objetivo determinar os limites e conduzir as ações, tendo em vista a propensão para a desobediência. Para alguns estudiosos essa é a lei real, que se fundamenta nos princípios morais (Tg. 2.8). A lei, a partir da qual os cristãos vivem, é proveniente de Deus, não dos homens. Essa é a lei da liberdade, por analogia é representada na saída do povo de Israel do Egito (Ex. 20.2). Os cristãos são livres para servirem a Deus, não dependem mais de imposições humanas. O amor de Cristo nos constrange para a obediência, de modo que, como declarava Agostinho, podemos fazer o que quisermos, ainda que não o faremos, tendo em vista que o amor nos limitará. A lei que impera sobre nós é a da obediência (At. 5.32), o pecado nos escravizava, mas a obediência nos liberta (Hb. 10.16,17). Isso não quer dizer que estamos isentos de pecar, se dissermos que não temos pecado fazemos Deus mentiroso (I Jo. 1.8). Mas podemos descansar na convicção de que temos um Advogado, Jesus Cristo, que nos purifica de todo pecado (I Jo. 2.1). Fato é que todos aqueles que são nascidos de Deus não vivem mais na prática do pecado (I Jo. 3.9). Aqueles que se acostumam com o pecado se tornarão alvo do julgamento divino. O autor da Epístola aos Hebreus dirige uma palavra de advertência àqueles que voltam na caminhada da fé (Hb. 6.1-10), esse estão na trilha da apostasia, que finda em perdição. O juízo de Deus se voltará contra todos aqueles que não levam a sério a mensagem do evangelho, esses serão culpados do vitupério de Cristo. Essa mensagem é oportuna nos dias atuais, marcados pelo desprezo e falta de seriedade em relação à fé cristã. Alguns crentes estão com a mente cauterizada, por não se espelharem na Palavra de Deus, não conseguem mais perceber suas transgressões (I Tm. 4.2). Sobre esses sobrevirá maior julgamento, pois depois de conhecerem a verdade, dela se distanciaram, como a porca lavada que retorna ao lamaçal (II Pe. 2.22).

 

2 – NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS

Existem várias maneiras de demonstrar falta de fé verdadeira, uma delas é a parcialidade, demonstrada na acepção de pessoas. Essa é uma prática social bastante comum, advertida por Deus ainda no Antigo Pacto (Lv. 19.15). O Senhor Deus de Israel identificou-se com os pobres e as viúvas, geralmente esquecidas pela sociedade (Dt. 10.17,18). As glórias humanas podem nos distanciar do valor que as pessoas têm, mas não podemos nos esquecer da glória de Cristo, que se fez pobre, mesmo sendo o próprio Deus (II Co. 8.5). João viu a Sua glória, como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade (Jo. 1.14). Por isso não podemos discriminar os pobres por causa da sua condição socioeconômica. Os ricos comentem três pecados, de acordo com Tg. 2.6:

1) desprezam os pobres;

2) arrastam os pobres para os tribunais; e

3) blasfemam o nome de Cristo.

A igreja cristã não pode demonstrar favoritismo, muito menos fazer discriminação entre ricos e pobres. Com Jesus aprendemos a não julgar as pessoas pelas aparências (Jo. 7.24), seja pelo veículo que possui ou roupas que vestes. Ter riqueza não é pecado em si mesmo, na Bíblia temos exemplos de homens piedosos, que foram ricos, tais como Abraão (Gn. 13.2) e Jó (1.3). Mas essa não é uma regra geral, como querem estabelecer os adeptos da famigerada Teologia da Ganância. O mais comum, nas igrejas cristãs, é a pobreza, pois Deus não escolheu os poderosos, antes os mais pobres (I Co. 1.26). Em Cristo todas as barreiras socioeconômicas foram desfeitas, de modo que não existe mais grego nem judeu (Cl. 3.11). Não podemos admitir a acepção de pessoas em nossas comunidades cristãs, as pessoas não devem ser valorizadas pela condição financeira (Tg. 2.2,3). Existem igrejas que segregam as pessoas por motivos diversos, e líderes eclesiásticos que demonstram favoritismo pelos mais ricos. Essa atitude desonra o Senhor, considerando que bem-aventurados são os pobres, porque deles é o reino de Deus (Lc. 6.20).

 

CONCLUSÃO

Deus não faz acepção de pessoas, não opta pelos pobres, muito menos pelos ricos. Os homens olham para o exterior das pessoas, mas Deus vê a intenção do coração (I Sm. 16.7). Precisamos ter cuidados para não incorrer no engano de olhar pelas pessoas através das lentes meramente humanas. Isso diferencia a fé verdadeira da falsa, que mostra favoritismo pelas pessoas. Não podemos esquecer que a salvação nos foi dada, por meio da fé em Cristo, para vivemos em novidade de vida, em conformidade com a Palavra de Deus, e não com as doutrinas e pensamentos humanos.

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EBD JUVENIS - LIÇÃO 6

Há muitas evidências dos benefícios em servir, ser caridoso e dar de nós mesmos aos outros. Voluntários vivem mais. As pessoas que são generosas são geralmente mais bem-sucedidas em seus próprios esforços, bem como em seus negócios. Mas há outra razão para dar de si e servir aos mais necessitados.

Há um lindo hino religioso que diz: "Eu devo partilhar, pois muito recebi, a cada dia muitas bênçãos Pai me dás".

O muito que nos foi dado não se refere apenas às nossas bênçãos físicas, mas também às bênçãos espirituais pelas quais devemos ser gratos. Nosso conhecimento de Deus, nosso Pai Celestial, do Salvador, Jesus Cristo, e uma crença na veracidade das escrituras também devem impulsionar-nos para a frente e a compartilhar com os outros. Se queremos ser como nosso Salvador, devemos fazer o seu trabalho aqui na terra. Se acreditamos que fomos redimidos, devemos, então, fazer a obra redentora de amor, como mostrado a nós por nosso Redentor.

Fazer a obra de Cristo significa ajudar as pessoas com seus problemas. Aqui estão alguns exemplos que podem servir como um trampolim para ajudar-nos a pensar em maneiras pelas quais podemos servir:

1. Mostrar amizade aos pobres e fracos

Olhe ao seu redor. Existe alguém de quem poderia ser amigo. Talvez alguém que está lutando financeiramente ou até mesmo os pobres de espírito. Quando eu era uma mãe sozinha e incapaz de enfrentar as despesas, cheguei em casa do trabalho certa vez e encontrei um envelope debaixo da minha porta da frente. Nele estava um vale-compras no valor de 200 reais de uma mercearia. Eu não tinha a menor ideia de quem deixou para mim. Mas eu sei o quanto isso ajudou.

Houve também muitas vezes em que senti que eu não estava administrando bem o meu lar. Alguém sempre veio oferecer-se para cuidar de meus filhos por um tempo ou para me ajudar com as tarefas domésticas. Eu era pobre em espírito e houve mãos estendidas para mim.

2. Aliviar o sofrimento

Encontre formas de aliviar o sofrimento de alguém ou de muitos. Contribua com causas humanitárias. Faça uma colcha, uma doação ou curativos em leprosos. Qualquer pequena coisa que você faz para aliviar o sofrimento de alguém abençoa a ambos. Essa é também uma ótima oportunidade para ensinar a sua família sobre o trabalho humanitário, fazendo algo juntos.

3. Corrigir erros

Existe algo que você fez que feriu alguém? Mesmo se não foi você que cometeu o erro, há algo que você possa fazer para corrigir ou aliviar?

4. Defender a verdade

Fale em defesa de alguém, levante-se para defender e proteger as crenças que abraça. Pode ser também uma campanha por causas políticas que defendam seus padrões ou escrever uma carta para um congressista.

5. Fortalecer as novas gerações

Apenas ajudar seus filhos a se tornarem adultos fortes e honrados já é um grande feito que irá beneficiar grandemente o mundo. Invista na fibra moral de seus filhos. Ensine-lhes o certo e o errado. Ensine-lhes respeito e compaixão.

6. Alcançar a segurança e felicidade no lar

Forneça um refúgio seguro para a sua própria família e para outros que podem não ter isso. Faça de seu lar um pedacinho do céu na terra - um lugar de alegria e aprendizado, de paciência e de amor, de segurança e proteção.

7. Ajudar outros a crescerem e alcançarem suas esperanças e aspirações

Outra ótima maneira de ajudar é através de liderança. Ser um grande irmão ou irmã. Ofereça-se para trabalhar com adolescentes. Ajudar em uma escola. Ler para pré-escolares. Se você é competente e bem-sucedido no trabalho, considere o voluntariado para uma aliança de negócios ou para investir em um pequeno negócio. Doe materiais de arte, instrumentos musicais e outros bens artísticos para aqueles que estão buscando essa área.

Essas são apenas algumas ideias e você pode até já estar trabalhando em algumas delas, mas é sempre bom dar um pouco mais. Quando for para a cama à noite, conte suas bênçãos e quando acordar pela manhã, pense em maneiras de compartilhá-las. Ore sobre suas escolhas e se você não puder pensar em nada, apenas peça a Deus. Ele irá mostrar-lhe o caminho.

 

BONS ESTUDOS

PROF.J.DIONISIO

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