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Entrevista: Missionária Milza Rosa Afonso
Entrevista: Missionária Milza Rosa Afonso

 

Nesta oportunidade estaremos entrevistando a Missionária Milza Rosa Afonso,que há cerca de 10 anos juntamente com o Projeto Mara, tem colocado a sua vida no projeto do Senhor na Pregação do Evangelho, no interior do Brasil e também na África.

 

Professor Dionísio: Qual sua cidade natal?

Missionária Milza Rosa: Eu sou de Milagres no interior da Bahia.

 

Professor Dionísio: Há quanto tempo o Senhor tem te chamado para a sua seara?

Missionária Milza Rosa: Há cerca de 20 anos quando da aceitação do Senhor Jesus.

 

Professor Dionísio: Como o Senhor te despertou para a obra missionária?

Missionária Milza Rosa: O Senhor me despertou quando de um trabalho missionário na minha igreja em São João de Meriti, onde um Missionário, o Pastor Levi demonstrou grande afeição de Deus por missões, meu coração se inflamou e passei a ter esse objetivo, missões estava no meu coração.

 

Professor Dionísio: De que maneira sua família reagiu ao seu chamado e compromisso missionário?

Missionária Milza Rosa: Não acreditaram no primeiro momento, só acreditaram mesmo quando estava de malas prontas, e muitas das vezes achavam que eu estava a passeio. Quando da minha primeira viagem à África todos achavam que eu estava ficando maluca, mas depois viram que realmente o Senhor trabalhava em minha vida.

 

Professor Dionísio: No início do trabalho evangelístico você enfrentou muitas dificuldades? Quais?

Missionária Milza Rosa: No início do trabalho evangelístico tudo se apresenta como sendo de grandes dificuldades, como por exemplo, posso dizer, que até para tirar o passaporte houve grandes empecilhos, falta de condições financeiras, trâmites legais e muitas outras coisas.

 

Professor Dionísio: Você já pensou em desistir da obra missionária? Sim ou não e por quê?

Missionária Milza Rosa: Não, porque entendo que quando há um chamado e existe uma grande vocação, o Senhor dá o sustento necessário ao Missionário.

 

Professor Dionísio: Entre as dificuldades enfrentadas em missões, você poderia citar as mais relevantes, entre cultura, comidas, línguas e até mesmo outras religiões?

Missionária Milza Rosa: Acho que o mais dificultoso é a língua falada.

 

Professor Dionísio: Quantas viagens você já fez na obra missionária?

Missionária Milza Rosa: Na verdade não saberia precisar um número exato hoje, mas poderia relatar que em vários estados nós já estivemos; Sergipe, Minas Gerais, Rio de janeiro, Brasília, Bahia e África.

 

Professor Dionísio: Em qual desses lugares foi mais evidente e eficaz pregar a palavra do Senhor?

Missionária Milza Rosa: Aconteceu na primeira viagem, quando fomos para Cruz das Almas na Bahia, passamos cerca de 12 horas parados e pudemos então ver o Senhor trabalhar, e ao chegar na cidade tivemos então essa certeza, mais de duzentas almas se renderam ao Senhor. No retorno ao Rio de Janeiro pudemos também ver a fúria do Adversário tentando destruir o ônibus onde estávamos.

 

Professor Dionísio: Você acha que muitos irmãos tem o chamado do Senhor para a obra missionária, mas não dão ouvidos?

Missionária Milza Rosa: Acredito que não, pois quando o Senhor chama, Ele capacita e lhe dá o interesse à obra.

 

Professor Dionísio: Você já tomou conhecimento de missionários abandonados por suas igrejas de origem?

Missionária Milza Rosa: Sim e muitos, conheço, por exemplo, uma missionária que há cerca de seis meses está abandonada e trabalhando juntamente com outros irmãos de igrejas diferentes devido à falta de ajuda de sua igreja de origem. Tem muitos missionários abandonados no campo. Muitos deles tiram o sustento de seus próprios esforços, não ficam tristes devido à visão de Deus que possuem.

 

Professor Dionísio: O que você acha que deve ser feito para o ingresso de mais missionários no campo, investimentos da igreja ou o compromisso do cristão?

Missionária Milza Rosa: Acho que os dois, pois investimentos da igreja são fundamentais para a manutenção do missionário, que uma vez comprometido se coloca à disposição do Senhor na Sua seara.

 

Professor Dionísio: Como é ser chamada Missionária do Senhor.

Missionária Milza Rosa: Com muita responsabilidade é claro, e muito grande. Mas com a preocupação de que missionária no Brasil tornou-se um nome de status para as esposas de Pastores, e esse não é o meu caso, e até mesmo para outras irmãs que nunca foram ao campo missionário, e sendo assim muitas vezes me identifico como membro da Igreja mas sem o cognome “missionária”, uma vez que entendo que missionária sempre deve estar no campo, e eu então me considero uma missionária quando estou no campo trabalhando para o Senhor.

 

Professor Dionísio: Você já tomou conhecimento de missionários enviados sem nenhuma vocação?

Missionária Milza Rosa: Já sim, tenho um exemplo bem claro que aconteceu na minha primeira viagem à África, quando alguns irmãos tiveram dificuldades em se alimentar e na segunda viagem já não foram conosco.

 

Professor Dionísio: Destacaria alguma mudança urgente entre a Igreja local e os missionários enviados?

Missionária Milza Rosa: Vejo que as igrejas nos momentos atuais estão muito preocupadas com os grandes templos se esquecendo de que o retorno do Senhor Jesus está atrelado ao evangelismo no mundo todo. Os bens materiais estão em primeiro plano, mas se esquecem de que tudo isso vai ficar pra trás quando da vinda do Senhor Jesus pra buscar a sua Igreja.

 

Professor Dionísio: Qual seria sua palavra de incentivo para aqueles que sentem o desejo missionário?

Missionária Milza Rosa: Eu diria que todos os vocacionados por Deus devem aguardar o momento certo, pois certamente o Senhor vai concluir o seu chamado no tempo Dele.

 

DOAÇÕES: PROJETO MARA

BANCO ITAÚ S/A

AG: 0229 - C/P: 720347/500

 

 

 

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